Não afrouxemo nem nos lançantepois semo loco de dá com um paucruzemo a nado se o rio não dá vauneste mundo véio flor de cabulosoe o mala bruja quando esconde o tosonós esporiemo bem no sangradorem rancho de china, se campiemo amorentremo sem sono e garantimo o pososemo medonho no cabo da dançagostemo mesmo é de bochincho grossoque é pra sair tramando o pescoçoao trote largo nalguma rancheirae bem campante, levantando poeiracoisa gaúcha, vício de campanhalimpemo a goela num trago de canhapois semo loco de lá da fronteirarefrão:semo bem loco...loco de buenomas temo veneno na foia da facaquando o sangue ferve, e viremo a cabeçapor deus, paysano...! ninguém me atacanós semo loco lá da fronteirade raça tranqüila, mas de pouca cincha!e de vereda quando o lombo inchasaiam de perto, que a xucreza é tantacremo em percanta que seja percantaapartemo os maula pra outra invernadae a nossa bebida mais sofisticadaÉ canha gelada, num samba com fantanós semo loco, mas não semo bobosemo parceiro de quem é parceironas horas brabas e no entreveronunca dexamo um amigo solitopode ser feio... pode ser bonitomas é nosso jeito de levar a vidapor ser de campo e por gostar da lidaÉ que volta e meia nós preguemo o grito.