Música e letra

Convite

Por Miro Saldanha, do álbum Um Canto Meu.

2007
Versão completa
Letra

Convite

Com licença, minha gente! Eu vou entrar! Não sou daqui, só quero contar De onde o céu é mais azul; Eu vim de lá; Eu sou do Sul e dá pra notar! Minha terra é o Rio Grande, nesta Pátria Brasileira; É um torrão de barro preto, bem pertinho da fronteira! Cara alegre e água fresca, tem por lá; Se aperta a mão, do velho ao piá. E se uma cordeona se espicha no balanço da vaneira, A moçada alarga o passo, que nem boi manso em ladeira; E essa turma do pagode vai gostar; O tranco é o mesmo, É só tentar! REFRÃO E a vaneira vem tinindo; E o chão vai se abrindo pra a gente passar! Se empilham os tamancos, debaixo dos bancos, E o povo sai branco de tanto dançar! Quando vai parar, repica E o fole se estica pra lá e pra cá; E a Chica parteira se ri de faceira E sacode a caveira do jeito que dá! La vanera es cosa buena de bailar C’oa mão na mão, marcando no ar! E a direita é na cintura do seu par! Vem cá, morena, que eu vou mostrar! Quero deixar o convite de uma gente hospitaleira, Pra comer uma costela, bem gorda e assada inteira; E, depois, de-lhe bailanta, ao deus dará! Quem não tentou, Tenta, que dá! E se uma cordeona se espicha no balanço da vaneira, A moçada alarga o passo, que nem boi manso em ladeira; E essa turma do pagode vai gostar; O tranco é o mesmo, É só tentar! REFRÃO (bis) A 2ª parte repete mais uma vez após o acordeón