Música e letra

Um Tal de Mário Cuiudo

Por Os Mateadores, do álbum Galope do Mouro.

1995
Versão completa
Letra

Um Tal de Mário Cuiudo

"Ouve um grande reboliço na zona do meretrício e um tal de Mário Cuiudo fez o maior estropício entrou chinaredo a dentro esquecendo as amizade apartou as moças do centro e desceu o mango a vontade" A cordeona fez um breque E o violão parou de soco E o Mário foi dando as ordem Pro macherio no sufoco É a polícia pataquero Abriu-se um clarão na pista e ascenderam seus candeeiros Pra mode de fazer a revista Guarda noturno de ofício Com pinta de delegado Jeito rude fala franca Chapéu na testa tapeado Quem não viu conhece a fama Daquele ser legendário Que se impôs pelo respeito E fez história em Rosário Pras bandas do meretrício Acredite quem quiser Ainda ouço ecoando A voz do Mário Xavier Hoje troca de querência quem não quiser largar dos "taier" "Te cuida macho que hoje tu cruza por dentro da argola do meu mango, meu mango véio dá mormaço" Lembro da nega Iracema Rodeando a delegacia Transforma a saura em poemas Com os versos que ela dizia Dos fios que a mamãe teve eu sou o mais infeliz Hoje avivo abandonado Que nem filho de perdiz Sentei pra sala em Santana Meu velho destacamento E as próprias folhas das alves era meu entertimento Erra o rico erra o pobre Erra o mais civilizado Não era o jovem Lorega Porque era um índio perparado Pras bandas do meretrício Acredite quem quiser Ainda ouço ecoando A voz do Mário Xavier Hoje troca de querência quem não quiser largar dos "taier"