Música e letra

Das Salamancas - Eraci Rocha e Grupo Turuna

Por Califórnia da Canção Nativa, do álbum 12ª Califórnia da Canção Nativa.

1982
Versão completa
Letra

Das Salamancas - Eraci Rocha e Grupo Turuna

Das salamancas dos gabinetes Estranhos ventos te ameaçam Coxilha agora é um perigo Já vem do céu o inimigo Tafonas brancas e saladeiros Por razões bem conhecidas Estão vazios, sem movimento Lá fora o vento devora vidas Devora vidas lá fora o vento Devora o vento lá fora vidas O pala que te protege Da geada e do minuano Contra a garoa da radiação Não vale nada porque é de pano Porque é de pano não vale nada De nada vale porque é de pano Montado em um foguete Vai o ginete buscar resposta Nos quatro cantos do continente Todos esperam nova proposta E as nebulosas contêm segredos Em potros lerdos ninguém aposta Ninguém aposta porque são lerdos Porque são lerdos ninguém aposta Ninguém aposta porque são lerdos Porque são lerdos ninguém aposta Ninguém aposta porque são lerdos Porque são lerdos, porque são lerdos... E o se o fantasma deste ginete Trouxer sementes quando voltar Nos intervalos dos campos santos O recomeço terá lugar Terá lugar por ser começo Por ser começo terá lugar Terá lugar por ser começo Por ser começo terá lugar Terá lugar por ser começo Por ser começo, por ser começo...