Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Nos Tempos do Brim Coringa

Velho Milongueiro · Gaúcho Malandro

Capa de Gaúcho Malandro
Velho Milongueiro

Nos Tempos do Brim Coringa

Gaúcho Malandro · 1999
No lugar a onde moro sou de muita estimação Quando chego numa casa me recebem no galpão Me mandam chegar pra frente, me mandam sentar no chão E eu abro minha cordiona e já sapeco uma vanera Do tempo do brim coringa e do amaranto pereira. Quando eu chego numa casa que me recebem na sala Eu chego e cruzo a perna e tranço a franja do pala Só as véias me recebem e das moças nem vejo a cara E eu abro minha cordiona e já sapeco outra vanera Daquelas bem ser vergonha do gúcho da fronteira Na hora de ir embora para minha moradia Eu me despeço das veias e deixo lembranças as gurias E as velhas ficam dizendo que tipo sem serventia E eu pego minha cordiona e saio coxilha acima Cantando uma bem boa daquelas do mano lima.
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