Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Compadre Velho

Júlio Cézar Leonardi · Sou Fandangueiro

Capa de Sou Fandangueiro
Júlio Cézar Leonardi

Compadre Velho

Sou Fandangueiro · 2009
Vaneira letra: aldo couto gonçalves música: júlio cézar leonardi compadre velho, há quanto tempo não te vejo; preciso falar contigo pra saber das novidades; cá na campanha, vou na lida e no manejo, não me agarro e nem me grudo nessas coisas da cidade; compadre velho, levo a vida campeira, bem faceirito e pachola, com a mulher e a gurizada, domando potro abagualado, na mangueira, pras tardes de domingueira fuzilar na carreirada; domando potro abagualado, na mangueira, pras tardes de domingueira fuzilar na carreirada. quanta saudade neste amargo chimarrão, meu compadre, meu irmão, nunca esqueço de ti; a qualquer hora, tô chegando, companheiro, quero rever os parceiros que deixei quando parti; quanta saudade neste amargo chimarrão, meu compadre, meu irmão, nunca esqueço de ti; a qualquer hora, tô chegando, companheiro, quero rever os parceiros que deixei quando parti. compadre velho, vou abrindo o coração: escrevi esta canção para ti, meu grande amigo, coisa esquisita essa tal modernidade, com tanta facilidade, quase não falo contigo; se escrevia uma cartinha antigamente, pra falar com algum vivente, era um gesto de amizade; ficava louco de faceiro quando abria o envelope e recebia as notícias do compadre; ficava louco de faceiro quando abria o envelope e recebia as notícias do compadre. quanta saudade neste amargo chimarrão, meu compadre, meu irmão, nunca esqueço de ti; a qualquer hora, tô chegando, companheiro, quero rever os parceiros que deixei quando parti; quanta saudade neste amargo chimarrão, meu compadre, meu irmão, nunca esqueço de ti; a qualquer hora, tô chegando, companheiro, quero rever os parceiros que deixei quando parti. compadre velho, lhe digo: tenho saudade da nossa velha amizade, dos tempos de pescaria; quando folgava, reunia a gurizada; não era festa nem nada, só uma prosa de alegria; amigo velho, no aconchego do meu rancho, eu canto que me desmancho, lembrando a companheirada; tenho certeza que tu não perdeu a trilha desta pátria farroupilha, tua gente abençoada; tenho certeza que tu não perdeu a trilha desta pátria farroupilha, tua gente abençoada. quanta saudade neste amargo chimarrão, meu compadre, meu irmão, nunca esqueço de ti; a qualquer hora, tô chegando, companheiro, quero rever os parceiros que deixei quando parti; quanta saudade neste amargo chimarrão, meu compadre, meu irmão, nunca esqueço de ti; a qualquer hora, tô chegando, companheiro, quero rever os parceiros que deixei quando parti.
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