Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Cantiga de Rio e Remo

Os Angueras · Sinhá Querência

Capa de Sinhá Querência
Os Angueras

Cantiga de Rio e Remo

Sinhá Querência
Óia o dourado... Óia o dourado... Óia o dourado... ...que bateu no espinhel, Trás a canoa que rio fundo não dá pé. Esta cantiga é muito antiga, é muito amiga E me acompanha desde o dia que nasci. Leva a canoa quando eu saio noite a fora Pescando estrelas no uruguai ou no ibicuí. [Óia o dourado que bateu no espinhel Trás a canoa que rio fundo não dá pé.] Ela é remanso, é cachoeira, é lua cheia Ela é piava, ela é dourado, é surubi Ela é o espanto do piá que a vez primeira Tirou das águas para o solo um lambari [] [] É o pão na mesa para a fome de quem pesca O peixe arisco da aventura que há de estar Na voz humilde de quem canta esta cantiga Sem outro sonho que não seja o de pescar... [] [] Óia o dourado... Óia o dourado... Esta cantiga é muito antiga, é muito amiga E me acompanha desde o dia que nasci. Leva a canoa quando eu saio noite a fora Pescando estrelas no uruguai ou no ibicuí. [] [] É o pão na mesa para a fome de quem pesca O peixe arisco da aventura que há de estar Na voz humilde de quem canta esta cantiga Sem outro sonho que não seja o de pescar...
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