Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Relíquia

Juliana Spanevello · Relíquia

Capa de Relíquia
Juliana Spanevello

Relíquia

Relíquia
Relíquia (Guilherme Collares) Interpretação Juliana Spanevello F C7 Estância velha, trago n'alma um breve santo que herdei F Da raça xucra dos que vieram te trazendo até aqui C7 E cada pedra e cada grota contam sonhos do que foi F Um tempo lindo que tranqueia cabresteando meu sentir. F Bb C7 Estância velha, em cada bota trago huellas de sofrer F Nos muitos riscos das esporas, que a saudade me deixou Bb C7 E nas cambotas tenho a marca dos tropeiros - que passou - F Mas a memória reculuta a alma antiga do meu ser. Mas sei que um dia, irá A raça bugra dos campeiros renascer da fé; Que o mundo novo não apaga o que ficou pra trás Bb C7 F E a estância antiga - como um sonho - viverá! Bb C7 Mas sei que um dia, irá F A raça bugra dos campeiros renascer da fé; Bb Dm Bb C7 Que o mundo novo não apaga o que ficou pra trás Bb C7 F E a estância viverá! F C7 Estância velha, emalo a sorte ao poncho pátria do sentir, F Nesta saudade de outros tempos que nem sei bem explicar; C7 E ao trote largo deste tempo em que ninguém sabe quem é, F Somos consciência da verdade que contigo, há de ficar!
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