Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

No Rastro de Uma Milonga

Zezinho e Floreio · Do Jeito Que Eu Gosto

Capa de Do Jeito Que Eu Gosto
Zezinho e Floreio

No Rastro de Uma Milonga

Do Jeito Que Eu Gosto · 2015
A tarde adormece calma... Na quele rancho do fundo, Tirando acordes da alma, Neste Santuário do mundo, Onde uma garoa, desce... Lustrando o pêlo da eguada, E um quero-quero padece, Cuidando o lombo da estrada; Este é o mundo que tenho, Quando a tarde se prolonga, É do Rio Grande qu'eu venho, No rastro de uma milonga; Entre o galpão e o brasedo, Uma cambona, resmunga, E a peonada, sem segredos, Num mate amargo, comunga, Com uma viola chorona... Parindo notas ao vento, Uma milonga, se a dona, Deste bagual sentimento; E a tarde quieta, se vai... Numa garoa, guasqueada, E o pensamento me trai, Pegando rumo, na estrada, Vai bater n'outra janela... Na casa grande, de abrigo, Foi buscar a minha bela, Para vir matear comigo;
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