Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Santuário Galponeiro

Volmir Dutra e Grupo Criado em Galpão · De Campo e de Mato

Capa de De Campo e de Mato
Volmir Dutra e Grupo Criado em Galpão

Santuário Galponeiro

De Campo e de Mato · 2005
Quando no sul os violões fazem costados pras gaitas Os tauras dançam faceiros nos braços das sirigaitas; É chimango e maragato sob a mesma bandeira Irmanando a pampa à pátria no meio da polvadeira. É o chão batido dos taitas sovado a bota e gaitaço No sonhar de uma vanera repinicada no aço Um marco da tradição na doutrina do gaúcho É a marca bem campeira de um povo que não tem luxo. É um santuário nativo num culto as tradições Revivendo um passado evocado nos galpões Presente na gauchada, filhos da raça caudilha Palanque desta invernada um cerne de corunilha. É o chão batido dos taitas... Bebedouro de uma tropa que há muito vem repontada Lambendo sal deste chão sem nunca ter estourada Rodeio de peões e prendas nas estâncias galponeiras Surungo da indiada guapa das puras lides campeiras. É o chão batido dos taitas...
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