Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Dê-lhe Que Dê-lhe Vaneira

Os 4 Gaudérios · No Fandango e No Bailão (duplo)

Capa de No Fandango e No Bailão (duplo)
Os 4 Gaudérios

Dê-lhe Que Dê-lhe Vaneira

No Fandango e No Bailão (duplo) · 2012
Bamo que bamo dê-lhe que dê-lhe vanera Bamo que bamo dê-lhe que dê-lhe vanera Bamo que bamo nessa marca tafoneira Xixo cuiudo que faz saltar da peneira É fandango macho que o índio quebra o cacho Dançando de espora faz estrago e alarido Bate o pé no chão riscando no salão Vai metendo os peitos e se enredando nos vestidos É só na vanera que se levanta a poeira E segue esse tranco num balança mas não cai Sacudindo os quarto e chacoalhando as cuaiera Se o baiel é na fronteira nunca falta um sapucay Eu sou um índio taita quando eu abro a gaita A minha garganta tem a voz de um clarim E nesse gaitaço hoje eu vou mostrar Todo o gauchismo que brota dentro de mim Bamo que bamo nesse tranco macanudo É muito cuiudo pra incendiar o chinaredo É desse jeito que se baila na fronteira A noite inteira até de manhã bem cedo.
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