Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Meu Pingo

Luiz Marenco · Pra o Meu Consumo

Capa de Pra o Meu Consumo
Luiz Marenco

Meu Pingo

Pra o Meu Consumo · 2000
O pingo do meu arreio, foi eu mesmo que domei Arrocinei enfrenei, no estilo do pastoreio Mestre de cancha e rodeio, gateado de toda crina Fogo aceso na retina, que jamais apaga o brilho É o cavalo que eu encilho, nos dias de ver a china Me espicho ao trote chasqueiro, numa toadita de ronda Bombeando a lua redonda daquelas de corpo inteiro Talareando o parelheiro, que não precisa de pua Nesta comunhão charrua, entre o gaúcho e o pingo Que adivinha que é domingo, e vou rever a chirua Ele conhece o caminho, das outras vezes que veio E vai atirando o freio, no rumo certo do ninho E eu me tapo de carinho, o coração corcoveando Meio tonto imaginando, um beijo de amor sincero E não falta um quero-quero, pra avisar que vou chegando
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