Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Domingueiro

Zezinho e Floreio · Quando Canta Um Galponeiro

Capa de Quando Canta Um Galponeiro
Zezinho e Floreio

Domingueiro

Quando Canta Um Galponeiro · 2007
(Luiz Bastos/Rodrigo Bauer) Quando o xergão eu largo solto no meu baio Já de soslaio me coringa o velho pai Porque ele sabe que eu só saio nesse pingo Pra me perder pelos domingos do uruguai Sou domingueiro que os bolichos e os amores Nos corredores faz a vida despertar E aonde encontro moça linda e cordeona Procuro sombra pra poder desencilhar Entro no baile pra dançar a noite inteira Vanerão, xote, rancheira, danço tudo que vier Quando me perco numa noite de fandango Troco a vida por um tango e gasto o chão num chamamé Essas estradas que cruzei por muitas vezes Fui conhecendo o coração das querendonas Uns eram doces que nem mel de lichiguana E outros mais duros do que a própria pedra moura Sou um campeiro que, no meio do entrevero Não pede ajuda pra chamar alguém de feio E que, apesar de não gostar de "reviria" Levo uma adaga na cabeça dos arreio Entro no baile pra dançar a noite inteira...
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