Letra de Empretados - Os Monarcas
Disco A
01
Chimarreando Só
02
Fandangueando
03
Chimarrão
04
Prece Telúrica
05
Sina de Gaiteiro
06
Bugio do Fole Solto
07
Rancheira Puladinha
08
Fim de Baile
09
Cinco Gaudilhos
10
Chamamento
11
Infãncia Perdida
12
Vanera Grossa
13
A Saudade Não Me Assusta
14
Cheiro de Galpão
15
Xote da Saudade
16
Empretados
17
Gineteando o Temporal
18
Chamarrita Galponeira
Empretados
De vez em quando uma saudade redomona
Relincha aflita no meu peito de campeiro
Daí então encilho o verso da cordeona
Desconsolado em meu refúgio povoeiro
Mateando só nesse entreveiro de estranhos
Eu me pergunto qual será a realidade
Se aquela vida de campanha foi um sonho
Ou se perdido ando sonhando na cidade
(mas nessas horas doloridas de recuerdos
Eu me emborracho de cantigas e poesias
E nessas noites quando me sinto alpedo
Me vou bem cedo pro balcão das pulperias)
Pois como eu há tantos outros extraviados
Que se encontram no exílio de um galpão
Pra conspirar contra o destino instaurado
Bebendo acordes de cordeona e violão
E aqui estamos companheiros desgarrados
Desiludidos com a ganância das estâncias
Vivendo assim dessa maneira embretados
Num aramado intransponível de lembranças
Relincha aflita no meu peito de campeiro
Daí então encilho o verso da cordeona
Desconsolado em meu refúgio povoeiro
Mateando só nesse entreveiro de estranhos
Eu me pergunto qual será a realidade
Se aquela vida de campanha foi um sonho
Ou se perdido ando sonhando na cidade
(mas nessas horas doloridas de recuerdos
Eu me emborracho de cantigas e poesias
E nessas noites quando me sinto alpedo
Me vou bem cedo pro balcão das pulperias)
Pois como eu há tantos outros extraviados
Que se encontram no exílio de um galpão
Pra conspirar contra o destino instaurado
Bebendo acordes de cordeona e violão
E aqui estamos companheiros desgarrados
Desiludidos com a ganância das estâncias
Vivendo assim dessa maneira embretados
Num aramado intransponível de lembranças