Letra de Sanga de Lavagem - Ênio Medeiros

Sanga de Lavagem

Letra: Edilberto Teixeira
Melodia: Ênio Medeiros

Participou da 1ª Vertente da Canção Nativa em 1987 na interpretação do Glei Pacheco e Grupo Bandoneon y Payadas e está no primeiro disco do Ênio Medeiros intitulado Arrastando as Alpargatas de 1988.

Piratini gloriosa,
Fogo-de-chão dos Farrapos,
Nascida à beira da sanga,
Fez-se a querência dos guapos.

Com Jardim, Mingote, Neto,
Três centauros das coxilhas,
Transformou-se na vertente
Dos ideais farroupilhas.

Se ouvem ainda em suas águas
Som de patas de cavalos
E o clamor desses gaúchos
Que jamais foram vassalos.

VELHA SANGA DA LAVAGEM
QUE SE VAI COXILHA A FORA,
BOA VERTENTE ONDE O RIO GRANDE
VEM BEBER A SUA HISTÓRIA.

Águas claras, alvejantes,
Que imitavam os arrebóis
Ao lavar roupa encardida
Com o sangue dos seus heróis.

Remanso de ondas boêmias,
Que refletem hoje a Cidade,
Filtram ainda estrelas velhas
Com a sonhada liberdade.

Foi aqui nesta gloriosa
Querência de trabuzanas
Onde vingaram as primeiras
Raízes republicanas.

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