Letra de Serenata Campeira - Grupo Renascença
Disco A
01
Surungo de Fronteira
02
Suplica de Saudade
03
Dançando Com Você
04
Canto de Taura
05
Romance da Lua
06
No Lombo da Vanera
07
No Estilo Campeiro
08
Serenata Campeira
09
No Balanço da Vanera
10
Eu e a Saudade
11
Vício de Você
12
Bailando o Chamamé
13
Estilo do Meu Rincão
14
Baile de Bacudo
15
Batendo o Mango
Serenata Campeira
Quando eu ouço um verso rimado
Na chucra voz de um cantor
Sinto-me as vezes emocionado
Lembrando que sou seu autor
Rimando então me proponho
Cantar para ela uma canção
E pro violão me transponho
Seu bojo é o meu coração
A vida tem coisas belas
Que enfeitam o meu versejar
Com a prenda olhando a janela
Meu canto ordenha o luar
Só a rosa explode seu aroma
E o amor é uma doce mentira
Minh'alma boêmia se doma
Simbrando as cordas da líra
Minhas palavras serenas
Se pintam todas de prata
Bem dizendo as almas gêmeas
Que cantam está serenata
E os dois, cantor e poeta
Vivendo o mesmo universo
Cantam as rimas prediletas
Com afinação do meu verso
Com essa cadência da métrica
Dançam as sílabas mais fortes
Jorrando a veia poética
Com esta harmonia do acorde
Minha prenda olhando a distância
Escuta nossa canção
Se alumbra o pátio da estância
E um guaipéca uiva no então
Se encanta chorando a prima
E este violão comovido
Meu canto é o solo da rima
Rimando no seu ouvido
E ali num brau da janela
Seus olhos dormem nos meus
O cantor canta pra ela
Mas o seresteiro sou eu
O cantor canta pra ela
Mas o seresteiro sou eu
O cantor canta pra ela
Mas o seresteiro sou eu
Na chucra voz de um cantor
Sinto-me as vezes emocionado
Lembrando que sou seu autor
Rimando então me proponho
Cantar para ela uma canção
E pro violão me transponho
Seu bojo é o meu coração
A vida tem coisas belas
Que enfeitam o meu versejar
Com a prenda olhando a janela
Meu canto ordenha o luar
Só a rosa explode seu aroma
E o amor é uma doce mentira
Minh'alma boêmia se doma
Simbrando as cordas da líra
Minhas palavras serenas
Se pintam todas de prata
Bem dizendo as almas gêmeas
Que cantam está serenata
E os dois, cantor e poeta
Vivendo o mesmo universo
Cantam as rimas prediletas
Com afinação do meu verso
Com essa cadência da métrica
Dançam as sílabas mais fortes
Jorrando a veia poética
Com esta harmonia do acorde
Minha prenda olhando a distância
Escuta nossa canção
Se alumbra o pátio da estância
E um guaipéca uiva no então
Se encanta chorando a prima
E este violão comovido
Meu canto é o solo da rima
Rimando no seu ouvido
E ali num brau da janela
Seus olhos dormem nos meus
O cantor canta pra ela
Mas o seresteiro sou eu
O cantor canta pra ela
Mas o seresteiro sou eu
O cantor canta pra ela
Mas o seresteiro sou eu