Letra de Rancho De Capim Barreado - Gildo de Freitas
Disco A
01
Rancho De Capim Barreado
02
Aventura de Um Gaúcho
03
Cantando Pra Lua
04
Saudades do Pago
05
Homenagem ao Rei da Trova
06
Três Amigos e uma Saudade
07
Mensagem Final
08
Cantando em Tua Memória
09
Eu Reconheço Que Sou Grosso
10
Sem Você Não Sou Feliz
11
Carreirada
12
Saudade de Minha Terra
13
Homenagem a Gildo de Freitas
14
Baile dos Cabeludos
15
História dos Passarinhos
16
Chimarreando Solita
Rancho De Capim Barreado
Eu tenho um rancho de capim barreado
Que não é grande, mas não é pequeno
Mas, dentro dele, eu vivo entusiasmado
Porque agasalha um gaúcho bueno
Até a minha guaiaca de couro
Que está meia roída por fora
Já guardou muitas moedas de ouro
Está guardando os cruzeiros de agora
Tenho um cavalo na estrebaria
E duas vaca Jersey na cocheira
É o meu primeiro serviço do dia
Puxar no teto da vaca tambeira
Até a água lá do meu açude
Ela espelha o corpo da gente
Quando é verão, a água é fresquinha
Quando é inverno, ela fica mais quente
Meus dois cachorro são meus dois amigo
Faz o serviço do homem campeiro
E se eu, na lida, entrar em perigo
Tenho confiança no meus companheiro
Eu tenho tudo e não me falta nada
Pra meu consolo, eu tenho a minha prenda
Esta é a minha esposa sagrada
Que admira a minha fazenda
Eu, felizmente, me casei com ela
Porque admira minha vida rude
Só toma água da minha vertente
Só banha o corpo lá no meu açude
Naquele rancho de capim barreado
Vivemos nós, ali, de lado a lado
Porque agasalha um gaúcho bueno
E nós vivemos entusiasmado
Que não é grande, mas não é pequeno
Mas, dentro dele, eu vivo entusiasmado
Porque agasalha um gaúcho bueno
Até a minha guaiaca de couro
Que está meia roída por fora
Já guardou muitas moedas de ouro
Está guardando os cruzeiros de agora
Tenho um cavalo na estrebaria
E duas vaca Jersey na cocheira
É o meu primeiro serviço do dia
Puxar no teto da vaca tambeira
Até a água lá do meu açude
Ela espelha o corpo da gente
Quando é verão, a água é fresquinha
Quando é inverno, ela fica mais quente
Meus dois cachorro são meus dois amigo
Faz o serviço do homem campeiro
E se eu, na lida, entrar em perigo
Tenho confiança no meus companheiro
Eu tenho tudo e não me falta nada
Pra meu consolo, eu tenho a minha prenda
Esta é a minha esposa sagrada
Que admira a minha fazenda
Eu, felizmente, me casei com ela
Porque admira minha vida rude
Só toma água da minha vertente
Só banha o corpo lá no meu açude
Naquele rancho de capim barreado
Vivemos nós, ali, de lado a lado
Porque agasalha um gaúcho bueno
E nós vivemos entusiasmado